E esta é também uma reedição de várias receitas de salmão que já aqui tenho colocado. Apetece sempre qualquer coisa de diferente e desta vez o acaso favoreceu a diferença. Andava às compras e encontrei uns cogumelos frescos bastante baratos. Quando cheguei a casa arranjei-os e cortei-os em quartos. Fritei dois lombos de salmão temperados com sal e pimenta. Depois de cozinhados retirei-os do lume e fiz um molho rápido com os cogumelos e umas natas. Não é lá muito saudável, mas ficou delicioso! Acompanhado de um discreto, mas muito aromático arroz basmati faz um jantar rápido, prático e muito bom!
À volta do fogão e da mesa podem acontecer coisas extraordinárias...umas de comer outras para recordar!
Sangria!
Porque uma boa bebida é tão importante para uma refeição como a comida hoje deixo uma referência da sangria que fiz ontem para o jantar.
Havia uma garrafa de espumante rosé no frigorífico e de repente ocorreu-me: uma mão cheia de amoras, uma maçã em pedaços, uma colher de açúcar amarelo e um pau de canela e põe-se tudo a macerar com uma qualquer bebida alcoólica num jarro (eu usei ginjinha). Mesmo antes de servir é só acrescentar o espumante e mexer bem. O aroma das amoras espalha-se por toda a sangria...fica delicioso, para quem gosta de bebidas doces.
E ainda dá um bónus...para sobremesa pode-se comer a fruta!
Havia uma garrafa de espumante rosé no frigorífico e de repente ocorreu-me: uma mão cheia de amoras, uma maçã em pedaços, uma colher de açúcar amarelo e um pau de canela e põe-se tudo a macerar com uma qualquer bebida alcoólica num jarro (eu usei ginjinha). Mesmo antes de servir é só acrescentar o espumante e mexer bem. O aroma das amoras espalha-se por toda a sangria...fica delicioso, para quem gosta de bebidas doces.
E ainda dá um bónus...para sobremesa pode-se comer a fruta!
A minha primeira compota
Na infância ajudei a fazer marmelada muitas vezes...e também ajudei a comer muitas vezes! Mas sozinha nunca tinha feito nenhuma, por isso vou contar a história da minha compota de amora e lima.
É uma história um pouco longa...começou há cerca de um ano. Eu nunca tinha ido às amoras. Ao longo dos anos ensinaram-me que as silvas eram uma coisa terrível, mas deixaram de fora a preciosa informação de que também podiam ser vistas como a fonte de um fruto delicioso! No ano passado, fui pela primeira vez às amoras...era uma bela tarde de final de agosto e, com o meu namorado, apanhámos quase 1kg de amoras. Infelizmente estragaram-se quase todas porque demorámos demasiado tempo a decidir o que fazer com elas. Ainda aproveitámos as suficientes para fazer uma bela mousse, mas na minha mente ficou a ideia de que poderia fazer muitas coisas interessantes. Mas falatava a matéria prima e as ideias ficaram na gaveta.
Então, neste último mês de junho elas voltaram a borbulhar. Num passeio pela mata comecei a ver silvas a florir e pequenas amoras a formar-se...as ideias voltaram a borbulhar!
Passados 2 meses e pouco comecei a ver que elas já estavam maduras, negras, lindas. E melhor, este ano parece haver muitas mais!
E então começámos a apanhá-las! Apanhámos cerca de 1,5kg e, para evitar que se estragassem fomos congelando. Tive algum receio que perdessem o sabor, mas também não queria ver aquele trabalho todo ir para o lixo. Sim, porque ao longo de todo o processo da apanha houve um pensamento que me foi invadindo a mente:"Se a vida fosse suposta ser fácil, uma fruta tão doce como as amoras nunca poderia nascer numa planta tão espinhosa como as silvas!"
E no fim de já ter uma quantidade considerável experimentei a fazer a compota...que no fim acabou por ser um doce, porque não gosto muito da fruta inteira. 0.5kg de amoras, 0.5kg de açúcar, raspa e sumo de uma lima e colocar ao lume até fazer ponto de estrada. Depois coloquei nuns frascos bonitos de conserva no fim de estar morna.
Ficou com um sabor demasiado forte a lima, ainda assim não está terrível. E faz um pequeno almoço bastante bom! E ainda há mais 1kg no congelador para fazer muita mais coisas!
É uma história um pouco longa...começou há cerca de um ano. Eu nunca tinha ido às amoras. Ao longo dos anos ensinaram-me que as silvas eram uma coisa terrível, mas deixaram de fora a preciosa informação de que também podiam ser vistas como a fonte de um fruto delicioso! No ano passado, fui pela primeira vez às amoras...era uma bela tarde de final de agosto e, com o meu namorado, apanhámos quase 1kg de amoras. Infelizmente estragaram-se quase todas porque demorámos demasiado tempo a decidir o que fazer com elas. Ainda aproveitámos as suficientes para fazer uma bela mousse, mas na minha mente ficou a ideia de que poderia fazer muitas coisas interessantes. Mas falatava a matéria prima e as ideias ficaram na gaveta.
Então, neste último mês de junho elas voltaram a borbulhar. Num passeio pela mata comecei a ver silvas a florir e pequenas amoras a formar-se...as ideias voltaram a borbulhar!
Passados 2 meses e pouco comecei a ver que elas já estavam maduras, negras, lindas. E melhor, este ano parece haver muitas mais!
E então começámos a apanhá-las! Apanhámos cerca de 1,5kg e, para evitar que se estragassem fomos congelando. Tive algum receio que perdessem o sabor, mas também não queria ver aquele trabalho todo ir para o lixo. Sim, porque ao longo de todo o processo da apanha houve um pensamento que me foi invadindo a mente:"Se a vida fosse suposta ser fácil, uma fruta tão doce como as amoras nunca poderia nascer numa planta tão espinhosa como as silvas!"
E no fim de já ter uma quantidade considerável experimentei a fazer a compota...que no fim acabou por ser um doce, porque não gosto muito da fruta inteira. 0.5kg de amoras, 0.5kg de açúcar, raspa e sumo de uma lima e colocar ao lume até fazer ponto de estrada. Depois coloquei nuns frascos bonitos de conserva no fim de estar morna.
Ficou com um sabor demasiado forte a lima, ainda assim não está terrível. E faz um pequeno almoço bastante bom! E ainda há mais 1kg no congelador para fazer muita mais coisas!
Massa com legumes da terra
É bem sabido que adoro massas! E adoro cozinhar com ingredientes verdadeiros, daqueles que vêm da terra e ainda estão frescos!
Esta massa é um perfeito exemplo disso...juntei um fantástico tagliatelle, espargos verdes frescos, cogumelos marron e bacon em pedaços para completar a proteína. Um tempero de tomilho e alecrim e saiu um prato aromático e verdadeiro, com muitos sabores da terra. Excelente para um almoço de um dia quente! E como as boas coisas que vêm da terra, também esta é de poucas palavras...
Esta massa é um perfeito exemplo disso...juntei um fantástico tagliatelle, espargos verdes frescos, cogumelos marron e bacon em pedaços para completar a proteína. Um tempero de tomilho e alecrim e saiu um prato aromático e verdadeiro, com muitos sabores da terra. Excelente para um almoço de um dia quente! E como as boas coisas que vêm da terra, também esta é de poucas palavras...
Sporting-Benfica
Não foi feito no dia do derby, mas foi pela mesma altura e, quando olhei para o tacho foi só o que me fez lembrar!
Este prato é histórico na minha vida! Sempre que o meu pai viajava eu e a minha mãe comíamos isto pelo menos uma vez! Como o meu pai viajava muito, foi uma coisa que eu comi muito na minha infância. São pimentos recheados de carne moída e milho (o milho foi uma introdução do eu adulto). Basicamente, fiz um guisado com a carne moída, tomate e cebola e depois acrescentei o milho. Depois de cozinhada a carne, recheei os pimentos já limpos e arranjados com a carne e coloquei-os no tacho a estufar. Coloquei um pouco de queijo a formar uma tampa em cada pimento.
Reedições
Às vezes é preciso reeditar as nossas receitas, dar-lhes uma nova cara e um novo sabor para que não se tornem monótonas. Desta vez usei a receita de sopa de tomate e coloquei-lhe cogumelos. Usei cogumelos para fazer o caldo e deixei alguns para cortar em pedaços e deixar na sopa mais inteiros.
Usei uns cogumelos que nunca tinha usado antes...cogumelos marron. Dizem que são óptimos grelhados, mas acabei por não usar nenhum para isso. Têm um sabor bastante seco de terra que, combinado com a sua textura mole se torna delicioso!
E é isso...uma nova cara para a sopa de tomate! Muitas mais hão-de vir!
Apple pie
Na culinária internacional existem opções de tarde de maçã para quase todos os gostos...à excepção das pessoas que não gostam de maçã; mas também seria estúpido presumir que existisse uma opção para esses. Existe a opção mais europeia de base baixa e mais simplificada e depois existe a opção mais americana em que a maçã é o recheio de algo que se parece com um pastel gigante e que se presta a muitas lembranças daqueles que cresceram na geração American Pie!
Eu fui para aquilo que eu diria ser uma versão mais inglesa...europeia pela massa baixa e crocante e inglesa em específico porque a maçã estava parcialmente coberta por uma espécie de crumble de que eu gosto particularmente.
A massa era massa quebrada de compra (porque eu até posso ter tempo, mas não tenho grande jeito para preparar massas), coberta por maçã reineta cortada em gomos finos que vai ao lume com açúcar louro e canela e depois é coberta por um crumble simples de manteiga, açúcar e farinha.
Vai tudo para o forno e pronto. Não é bom para todos os gostos..mas eu até gostei. Talvez fiquem alterações a fazer para a próxima vez.
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